Transtorno do Espectro Autista

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma desordem neurológica complexa do desenvolvimento que causa dificuldades na área da comunicação social e comportamentos repetitivos, conforme o Diagnóstico de Saúde Mental (DSM-V).  Essas desordens afetam o funcionamento do cérebro de forma diferente em cada pessoa.

Em geral, é diagnosticado na infância. A incidência do diagnóstico é de uma em cada 68 crianças, segundo o CDC – Centers for Disease Control and Prevention, Centro de Controle e Prevenção de Doenças do governo norte-americano . (Leia Mais) A incidência do transtorno é três a quatro vezes maior nos meninos do que nas meninas.

Há uma variação significativa na gravidade e na combinação dos sintomas do autismo a ponto de ter indivíduos cujas características autísticas são evidentes e em outros bastante sutis. Esse quadro impactará no desenvolvimento cognitivo e social desses sujeitos, variando o nível de autonomia, de aprendizagem na educação formal, no desempenho das atividades de vida diária(AVD) e nos relacionamento afetivos.

É importante frisar que o autismo é uma condição permanente, a criança com TEA será um adulto com TEA, apesar de ser possível ter os sintomas atenuados, em especial, por consequência das intervenções terapêuticas e, caso, essas intervenções aconteçam de forma precoce, melhores serão as respostas na fase adulta.

O transtorno do espectro autista (TEA) é diagnosticado por um neurologista ou um psiquiatra por meio de entrevista com os responsáveis e de observação clínica do comportamento da criança comparado com o desenvolvimento típico de outra na mesma idade. 

 

São duas áreas de comprometimento: Comunicação Social e Comportamento

No item Déficits na Comunicação e na Interação Social, podem acontecer a dificuldade de iniciar uma conversa, de ter atenção compartilhada, de compreender as emoções alheias, desinteresse por outras pessoas, evita o contato visual, parece não ouvir dificuldades para entender metáforas, expressões faciais e sinais não verbais.

No item Comportamentos repetitivos e restritivos podem apresentar:

  • Movimentos estereotipados ( alterações comportamentais com a mudança de rotina ,  ligações a objetos estranhos, estereotipias motoras como bater palmas, balançar peculiares das mãos, dedos e cabeça e corpo)

  • Mania ou fixações por certos objetos, em especial, os que podem ser rotacionados.

  • Alterações de humor: risadas ou choro sem motivo real e às vezes simultaneamente.

  • Apresenta Interesses restritos

 

Decerto, a principal medida para reabilitar uma pessoa com TEA é a intervenção precoce. Quanto mais cedo forem ofertadas as terapias, maior a possiblidade de redução dos déficits que envolvem o transtorno.

É preciso uma equipe multidisciplinar que envolve neurologista ou psiquiatra, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudiólogo, pedagogo e outras especialidades dependendo das condições.

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